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Segundo pesquisa da Tecban, dois em cada 10 brasileiros com conta em banco não usaram qualquer conta bancária nos últimos 30 dias. São cerca de 34 milhões de pessoas (bancarizadas e não bancarizadas), que movimentam aproximadamente R$ 347 bilhões, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a TecBan sobre a relação dos brasileiros com o dinheiro e as instituições financeiras.

Trata-se de uma parcela da população composta, principalmente, por moradores do interior dos estados, mulheres, jovens de 18 a 34 anos e com baixa escolaridade, conforme o levantamento.

“Existe uma parcela enorme da população que saca o dinheiro para ter mais controle e até mais descontos. O Banco24Horas oferece acesso a mais de 90 serviços financeiros e não apenas ao dinheiro”, afirma Marcos Mazzi, gerente executivo do Banco24Horas.

O estudo mostra que 76% dos brasileiros que possuem carteira digital estouram o pacote de dados antes do período programado.

“O medo de não conseguir concretizar transações por falta de sinal e/ou pacote de dados móveis ainda é uma realidade muito latente, o que torna o caixa eletrônico um ambiente seguro para transacionar e altamente disponível, mesmo nas regiões mais remotas”, pondera Mazzi.

De acordo com o relatório, 20% dos brasileiros, em torno de 32 milhões de pessoas, utilizaram algum aplicativo para trabalhar ou obter renda e que 37% sacam tudo o que ganham.

“O consumidor procura uma ponte entre o físico e o digital. Os caixas eletrônicos do Banco24Horas cumprem esta função. No século XXI, a lógica que de fato entrega tudo o que o consumidor precisa é aquela que une as comodidades do digital com a experiência que só o físico consegue oferecer”, diz Renato Meirelles, CEO do Instituto Locomotiva.

Com 2,1 bilhões de transações realizadas anualmente, o Banco24Horas, deverá ampliar sua rede de autoatendimento para 24 mil caixas eletrônicos distribuídos em mil cidades até o final do ano.

A pesquisa de abrangência nacional foi realizada entre os dias 13 e 21 de maio deste ano. A amostra utilizou entrevistas de 1.610 homens e mulheres de todas as classes sociais acima dos 18 anos. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

(Com assessoria)