Ex-sócios da Neon captam R$5,6 mi e miram na Creator Economy - Crédito: Freepik

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O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e o Instituto Votorantim (iV) lançam programa que prevê investimentos de cerca de R$ 40 milhões para viabilizar projetos, que serão selecionados por chamadas públicas, para apoiar soluções que reduzam a pobreza e melhorem a qualidade de vida da população em condições de vulnerabilidade.
A previsão do banco é que as primeiras chamadas públicas sejam divulgadas até o final deste ano.
A diretoria do BNDES já aprovou a concessão de apoio não reembolsável de até R$ 20 milhões ao Instituto Votorantim para compor o funding da iniciativa, que selecionará os projetos em todo o território nacional, ao longo dos próximos quatro anos.
A iniciativa também viabilizará o apoio à capacitação em gestão de negócio e melhoria da capacidade técnica das organizações selecionadas.
Além do aporte de R$ 20 milhões do banco, a ação contará com outros R$ 20 milhões de diversos parceiros privados, sendo R$ 3 milhões do Instituto Votorantim, que além de investidor atuará como gestor, responsável por aplicar recursos, coordenar todo o processo de avaliação de resultados e prestação de contas, bem como fazer a articulação com os demais parceiros.
Também participarão da iniciativa, como investidores fundadores, a Fundação Tide Setúbal, a Fundação Arymax, o Instituto XP, o Instituto humanize e o Instituto HEINEKEN, além do banco Santander. A B3 Social se apresentou para integrar a iniciativa como patrocinadora. Outros parceiros poderão aderir à ação ao longo de sua execução.
A parceria tem como objetivo contribuir para a geração de renda de forma contínua e sustentável e para a criação de novos postos de trabalho destinados à população de baixa renda e/ou em situação de vulnerabilidade econômica e social, conforme diretrizes do BNDES Fundo Socioambiental. Além disso, fortalecerá a geração de conhecimento sobre Inclusão Produtiva no Brasil e sobre o Investimento Social no tema.
“Nossa expectativa é apoiar mais de 7 mil empreendedores e 120 startups comunitárias, com destaque para o empreendedorismo feminino e projetos na Amazônia. A iniciativa contribuirá também para troca de experiência entre os diversos atores, fortalecendo o ecossistema de empreendedorismo social”, afirmou Bruno Aranha, diretor de crédito produtivo e socioambiental do BNDES.

(Com assessoria)