China fecha o cerco às criptomoedas - Credito Freepik

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Em um comunicado publicado no site do banco central chinês nesta sexta-feira, 24, o Banco Popular da China, (PBOC, na sigla em inglês),  informou que todas as transações com criptomoedas são ilegais, ampliando a repressão aos negócios com criptoativos. O documento teria sido emitido pelo PBOC, em 15 de setembro, mas publicado apenas hoje, agitando os mercados em todo mundo, já abalados com a crise da Evergrande. No Brasil o Ibovespa recua.

O certo do governo Chinês não é de agora. Em maio, as autoridades da China já haviam impostos restrições à mineração de bitcoin e as operações com a moeda, como parte dos esforços para reduzir riscos financeiros.

A justificativa para a decisão de hoje seria a segurança nacional e a estabilidade social, segundo o comunicado. As restrições são endossadas por dez agências do governo da China, incluindo o banco central, e reguladores de títulos e câmbio, se uniram para manter uma forte pressão na repressão das operações especulativas com criptomoedas.

O banco central chinês também afirmou que as criptomoedas não devem circular em mercados como moedas tradicionais e que agências de câmbio internacionais estão proibidas de fornecer serviços para investidores chineses via internet.

O governo chinês também proibiu instituições financeiras, empresas de pagamento e de internet de facilitar as operações com criptomoedas. (Com agências)