Comitê defende a transparência de dados abertos no país-crédito-freepik

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O Comitê de Dados Abertos e Digitalização criado pela Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O), entidade que representa mais de 150 plataformas digitais no país, chega com a missão de criar um repositório de conhecimento e boas práticas para melhorar a transparência dos dados abertos e processos públicos no país.

“Desta maneira poderemos contribuir e promover o debate regulatório para consolidar o uso de dados abertos e digitalização na esfera governamental, além de apoiar a elaboração de políticas públicas que tragam tração à inovação na realidade brasileira”, afirma Luisa Feyo, líder do comitê e que atua como gerente de políticas públicas da Quicko.

Considerada 7ª nação mais digitalizada do mundo, o Brasil, segundo Feyo, ainda terá que enfrentar um longo caminho para que o setor governamental incorpore efetivamente os princípios da inovação.

“A abertura de dados públicos governamentais promove não apenas a transparência, mas também oferece às empresas e organizações não governamentais insumos para a proposição de novas soluções em estruturas que fomentem a inovação no atendimento ao público (principalmente quando se tratar de serviços públicos)”.

Fayo acredita que apoiar o setor público na transformação digital e na abertura de dados é extremamente positivo para empresas de inovação, pois incentiva a competitividade e o empreendedorismo, além de abrir novas possibilidades de negócios.

A ABO2O reúne as principais plataformas da economia digital, incluindo marketplaces, e-commerces, healthtechs, bancos digitais, fintechs, meios de pagamento e investidores.

Atualmente, conta com mais de 150 associados, como o Mercado Livre, Quinto Andar, Loft, 99, GetNinjas, Loggi, Movile, Americanas, Rappi, Banco PAN, Zoom & Buscapé, Leroy Merlin, SumUp, banQi, entre outros.

(Comm assessoria)