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O saldo de operações de crédito no Brasil atingiu R$ 4,265 trilhões em julho, o que representa alta de 1,2% na comparação com junho e crescimento de 16,2% ante julho do ano anterior. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira, 27. A concessão de crédito somou R$ 418 bilhões em julho, com queda de 2,8% em base mensal e crescimento de 11% ante julho de 2020.

O saldo das operações de crédito para pessoas físicas foi de R$ 2,436 trilhões em julho, alta de 1,5% na comparação com junho e crescimento de 18,2% ante julho do ano anterior, enquanto o saldo das operações para pessoas jurídicas foi de R$ 1,83 trilhão em julho, subindo 0,8% na comparação mensal e crescendo 13,6% em termos anuais.

A taxa de inadimplência atingiu 2,3% do saldo total das operações de crédito, ficando inalterada na comparação com junho e caindo 0,5 ponto percentual ante julho do ano anterior. Nas operações com pessoas físicas, a inadimplência permaneceu em 2,9% em julho e, no caso das empresas, também ficou estável em 1,3%.

Os juros bancários médios com recursos livres (sem contar habitacional, rural e BNDES) de pessoas físicas e empresas, subiram de 28,4% ao ano, em junho, para 28,9% ao ano no mês passado, registrando uma alta de 0,5 ponto percentual.

Os juros do cartão de crédito cresceram em julho, ficando em 331,5% ao ano no mês, 4 pontos percentuais acima do registrado em junho. Já o índice para o cheque especial ficou em 123,5%, uma diminuição de 2,1 pontos em relação ao mês anterior.