Crédito: Freepik

Já foram realizadas 113 fusões e aquisições no mercado ao longo do primeiro semestre, o que representa 45% do total previsto pelo Distrito para ocorrer até o fim de 2021. Historicamente, o segundo semestre costuma apresentar um número maior de M&As: em 2020, por exemplo, foram 51 no primeiro semestre e 119 no segundo.

Nos últimos dez anos, as empresas e corporações tradicionais foram as que mais compraram startups no país, respondendo por quase dois terços das M&A no período. Já este ano, as fusões por startups ou entre startups representam mais da metade do volume.

Em 2021, a categoria mais comprada pelas grandes empresas e startups brasileiras foi a de finanças: até agora, houve 22 fusões e aquisições de fintechs no país. Em seguida, vem o setor do varejo online, com 19 retailtechs adquiridas no semestre. Por fim, as startups que fornecem produtos e serviços B2B (Business to Business), ou seja, que têm as pessoas jurídicas como principal público-alvo, representaram quase 70% do total de negócios vendidos neste ano.