Diversidade é pauta das empresas de tecnologia - Crédito: Freepik

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A diversidade entrou na agenda das empresas de tecnologia como parte de suas ações para promover um ambiente organizacional mais inclusivo. A Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, anunciou a criação de grupos de afinidades voltados ao público interno.

Formados por profissionais das mais diversas áreas da empresa, esses grupos têm como objetivo promover o debate de temas que envolvem minorias, como mulheres, negros e LGBTQIA+.

A iniciativa faz parte das ações promovidas pelo Comitê de Diversidade e Inclusão da empresa na América Latina, ampliando pautas de empoderamento de minorias na região.

Para manter o tema de diversidade e inclusão sempre vivo e disponível para discussão, a empresa desenvolveu uma agenda recorrente de ações que ajuda a garantir as melhores práticas, promover painéis com representantes das minorias, bem como realizar iniciativas pontuais em datas comemorativas – como o Dia Internacional da Mulher, Dia do Orgulho LGBTQIA+ e Dia da Consciência Negra.

De maneira bastante aberta, dentro dos grupos foi destacado a importância e disponibilidade do Canal de Ética e Conduta para que as pessoas possam denunciar situações de preconceito.

“Queremos promover um espaço seguro para as pessoas interagirem entre si e dividirem experiências pessoais, que vão além de temas voltados à empresa, dentro desses grupos. É como uma rede de apoio também, não só de afinidade. A meta é unir essas pessoas para que elas se sintam parte de algo maior e tragam o seu melhor para empresa”, comenta Tania Casa, Chief People & Administration Officer e sponsor do Comitê de Diversidade e Inclusão da Logicalis LATAM.

O setor de tecnologia ainda tem que percorrer um grande caminho para aumentar a diversidade. “Na Logicalis, estamos fomentando a presença de mulheres e negros, assim como das ações voltadas para melhores práticas em ESG (sigla em inglês para governança ambiental, social e corporativa) e LGBTQIA+, porque precisamos lutar contra a homofobia dentro do mercado de TI”, explica Tania.

(Com assessoria)