Foto da sede do Banco Central em Brasília no fim de tarde

Sede do Banco Central em Brasília Crédito: Flickr BC

Mesmo com o aumento dos gastos dos governos para fazer frente à crise gerada pela pandemia, a dívida pública brasileira desacelerou em abril. A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais, chegou a R$ 6,665 trilhões ou 86,7% do PIB, contra 88,9% no mês anterior, segundo relatório divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 31.

O resultado primário é formado pelas receitas menos os gastos com juros, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública. Assim, quando as receitas superam as despesas, há superávit primário.

A Dívida Bruta do Governo Geral – que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais – é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País.

O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 61,1% (dado revisado) para 60,5% do PIB em abril. A DLSP atingiu R$ 4,655 trilhões. A dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil. (Com assessoria de imprensa)