DUX, startup brasileira de Web 3.0, capta R$ 10 milhões - Crédito: Divulgação

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A DUX, comunidade de criptojogos que atua nos segmentos de investimento, pesquisa e educação para blockchain games, acaba de receber dois grandes investimentos. O primeiro deles foi de R$ 7 milhões, vindo da Old Fashion Research (OFR), um fundo de investimento em blockchain multiestratégia fundado por ex-executivos da principal corretora de criptomoedas do mundo, a Binance.

Já o segundo foi um aporte de R$ 3 milhões da Animoca Brands, líder global em gamificação e blockchain, com um portfólio de mais de 170 investimentos em empresas relacionadas a NFT e projetos descentralizados para a construção de um metaverso aberto. Com o incentivo, a DUX tem como objetivo desenvolver novas tecnologias e realizar expansões de negócios, visando romper barreiras dentro do universo da Web 3.0.

Para Luiz Octavio Gonçalves Neto, fundador e CEO da DUX, os investimentos mostram que a empresa está indo para o caminho certo: “Tudo isso é uma prova do trabalho que estamos desenvolvendo. Pouco mais de um ano atrás, começamos com um trabalho de curadoria de notícias do mundo cripto para, hoje, nos tornarmos o primeiro investimento da Old Fashion Research na América Latina e também um dos primeiros da Animoca Brands no mercado latino-americano. Ter esse respaldo de mercado é muito importante para nós, pois permite nos tornar uma guilda cada vez mais forte e organizada, o que é uma vantagem para os nossos jogadores também”.

Para Guilherme Bisoli, analista de investimento da Old Fashion Research, a DUX é hoje uma empresa promissora e o investimento ocorre dentro das diretrizes que o fundo estabeleceu para novas parcerias: “Realizamos investimentos em empresas, equipes e ideias inovadoras, que têm o poder de impulsionar o ecossistema de criptomoedas e toda Web 3.0 de maneira positiva e significativa, para a OFR é importante investir em projetos consistentes, e que ajudem o fundo a diversificar seus negócios, principalmente em mercados emergentes e com grande potencial, como é o caso do latino-americano”.

Ecossistema DUX

Com sede em Juiz de Fora (MG), a DUX gera impacto socioeconômico ao investir em scholarships (bolsas para jogadores) dentro de suas guildas para jogos Play-to-Earn (P2E, “jogar para ganhar”), também chamados de jogos NFT, blockchain games e criptojogos – gênero no qual os itens são comprados em NFT e o jogador é recompensado em criptomoedas por seu desenvolvimento no game.

A startup cria um ecossistema que facilita a entrada de pessoas na Web 3.0, como explica o CEO da DUX. “A guilda conecta investidores, que não têm tempo para jogar, e jogadores, que não têm dinheiro para investir, de todos os lugares, sendo uma das formas mais eficientes de organizar e treinar jogadores para um game específico e de administrar e gerenciar ativos digitais com eficiência, maximizando a performance e os rendimentos de todo o time.”

A DUX tem a maior guilda e scholarship do game Axie Infinity na América Latina, com US$ 1 milhão em investimento e mais de 5 mil Axies, personagens NFT do jogo, concedidos ao time de quase 2 mil jogadores. A startup também tem a maior guilda do game Star Atlas no mundo com 7 mil jogadores, a Brazilian StarAtlas Alliance (BSA), com mais de US$ 700 mil investidos.

(com assessoria)