Homem desbloqueia dados do cartão de crédito - Crédito: Freepik

Crédito: Freepik

Pesquisa da Quanto, plataforma que facilita o uso dos dados e funcionalidades do Open Banking, traz um olhar B2B sobre o sistema financeiro aberto às vésperas das próximas fases de implementação. Segundo o levantamento, o mercado brasileiro vê potencial no Open Banking, mas ainda há muito a se fazer: a maioria vê benefícios claros para sua empresa, mas há baixo entendimento sobre o assunto e só 1 em cada 3 companhias já estão em processo de adesão.

A pesquisa foi feita entre junho e julho de 2021, com 1.021 profissionais de empresas de todo o Brasil. E se entre a população em geral o Open Banking ainda é desconhecido, 84% dos profissionais afirmam ter ouvido falar de Open Banking. Porém, ao aprofundar o nível de conhecimento, apenas 44% afirmam conhecer pouco ou bem o assunto. A ideia de o Open Banking dar autonomia aos clientes aparece com frequência, o que mostra um dos benefícios mais enraizados.

As perguntas foram direcionadas a profissionais que trabalham em empresas com porte médio ou grande e de todos os setores (serviços; tecnologia; educação; saúde; indústria e manufatura; varejo e comércio; alimentação e bebidas; imobiliário e construção civil; consultoria; bancos; mídia, comunicação e marketing; RH; telecom; fintechs; bens de consumo; e-commerce; seguros). Desses, 54% dizem que veem intenção de suas empresas de se prepararem para o Open Banking, porém, apenas 3 em cada 10 profissionais afirmam que essas empresas já estão no processo de adesão.

“Já vemos um interesse claro do mercado brasileiro no Open Banking e a pesquisa enfatiza esse cenário, mas ainda há muito a fazer para transformar esse potencial em vantagens competitivas”, explica Ricardo Taveira, fundador e CEO da Quanto.

Entre as vantagens que os entrevistados veem na adesão ao sistema financeiro aberto, diminuir a burocracia aparece na liderança, seguido de eficiência e liberdade para o consumidor. Dentre os casos de uso estão: 1º melhorar a análise de crédito (60%); 2º evitar fraudes (57%); e 3º aperfeiçoar e acelerar a identificação dos clientes (55%).

“Quando fundamos a Quanto, em 2016, quase ninguém tinha ouvido falar em Open Banking e, apesar de ainda termos muito para evoluir, o cenário hoje é otimista. Já trabalhamos com grandes instituições financeiras e fintechs na implementação do Open Banking e vemos eles gerando valor com esses dados em seus negócios. Além disso, mais de 3,5 milhões de brasileiros já passaram pelo nosso fluxo – o que mostra o enorme potencial que temos no mercado”, completa Taveira.

(com assessoria)