João Miranda equilibra uma maquininha no dedo - Crédito: Divulgação

João Miranda, fundador e CEO da Hash – Crédito: Divulgação

A Hash, fintech de infraestrutura de pagamentos, anunciou nesta quarta-feira, 20, aporte de R$ 235 milhões. A rodada série C foi liderada pelo QED Investors e da Kaszek, com participação da Endeavor Scale-Up Ventures.

O novo aporte chega seis meses depois de a startup receber um aporte série B de R$ 81 milhões, que também foi liderado pelo fundo americano QED Investors e acompanhado pela Kaszek, Canary, Globo Ventures, da família Marinho, e por Thomas Stafford, um dos sócios da DST Global.

“A rodada série C vai impulsionar o nosso crescimento, escalar a nossa infraestrutura e viabilizar novas contratações para o nosso time de tecnologia”, afirma a fintech em sua página no LinkedIn.

“Dobramos o número de clientes nos últimos três meses e estamos trabalhando em novas soluções para 2022. A nova rodada chega para reforçar o nosso compromisso com a descentralização dos serviços financeiros, especialmente para os PMEs. Nossas soluções permitem que empresas B2B incorporem soluções de pagamento alinhadas com seus próprios ecossistemas, aproximando-as ainda mais deste público”, diz João Miranda, fundador e CEO da Hash.

Fundada em 2017, a Hash oferece infraestrutura bancária para outras empresas, ou seja, permite que empresas de outros ramos ofereçam serviços financeiros aos seus clientes, incluindo pagamentos via maquininhas e app, tudo acompanhado de perto por painéis de controle.

No último ano, a fintech cresceu o volume de transações em maquininhas em 10 vezes. A Hash pretende atingir a marca de R$ 1,5 bilhão em volume total de pagamentos até o final deste ano e também planeja disponibilizar contas digitais para as empresas clientes.