Inflação do aluguel desacelera e chega a 0,21% em julho - Crédito: Freepik

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Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), indicador usado no reajuste dos contratos de aluguéis no país, ficou em 0,21% em julho deste ano. A taxa é menor à registrada no mês passado (0,59%) e a de julho de 2021 (0,78%).

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a chamada inflação do aluguel acumula taxa de 8,39% no ano. Em 12 meses, o acumulado é de 10,08%, abaixo dos 33,83% acumulados em julho do ano passado.

A queda da taxa de junho para julho foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, registrou deflação (queda de preços) de 0,28% em julho ante uma inflação de 0,71% no mês anterior.

A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que avalia o atacado, caiu de 0,30% em junho para 0,21% em julho. Já a taxa do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) recuou de 2,81% para 1,16% no período.

O IGP-M é conhecido como ‘inflação do aluguel’ por servir de parâmetro para o reajuste de diversos contratos, como os de locação de imóveis. Além da variação dos preços ao consumidor, o índice também acompanha o custo de produtos primários, matérias-primas, preços no atacado e dos insumos da construção civil.

IPA, IPC e INCC

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do IGP-M e calcula a variação dos preços no atacado, arrefeceu de 0,30% para 0,21% em julho. Agora, o IPA sobe 10,14% em 12 meses.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, registrou deflação de 0,28% — o que fez a alta acumula em 12 meses desacelerar de 10,23% para 9,02%.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou de 2,81% para 1,16%, conforme divulgado pela FGV na terça-feira (26). Com isso, a alta acumulada em 12 meses agora é de 11,66%.

(com Agência Brasil)