Gráfico que mostra movimento de ações em bolsa de valores e imagem de dólar ao fundo - Crédito Freepik

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A XP Investimentos divulgou nesta quinta-feira, 30, nova edição da pesquisa com os assessores da empresa e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados para obter a visão dos seus clientes sobre a Bolsa brasileira.

Em setembro, o percentual dos assessores que disseram que seus clientes visam diminuir a alocação em Renda Variável subiu 13 pontos percentuais, para 51%, superando pela primeira vez desde o início da pesquisa o número de clientes que pretendem aumentar sua exposição, 10%, e clientes que pretendem manter seus investimentos nessa classe de ativos, 39%.

Os investimentos que os assessores e seus clientes se mostraram mais interessados foram: 1) Tesouro Direto e Renda Fixa (69%); 2) Investimentos Internacionais (68%); 3) Fundos de Renda Fixa (48%); 4) Fundos Imobiliários (30%); 5) Fundos Multimercado (20%); 6) Fundos de Renda Variável (13%); e 7) Ouro (7%).

Em relação aos riscos, o destaque continuou sendo o risco político e fiscal no Brasil, chegando a 76%. A desaceleração econômica global foi vista como o segundo maior risco em 9%, seguido da alta da inflação, em 7%.

Em setembro, os assessores e seus clientes ficaram mais cautelosos em relação à Bolsa. Em setembro, a maioria dos assessores, 45%, acreditam que o Ibovespa ficará entre os 120.000 e 130.000 pontos ao final de 2021, uma piora em relação ao mês anterior, quando 49% dos assessores acreditavam que o Ibovespa ficaria entre os 130.000 e 140.000 pontos no fim deste ano. A média de palpites calculada foi de 126.319 pontos, uma diminuição de -4,9% em relação ao mês anterior (132.831 pontos na pesquisa passada). A edição da pesquisa divulgada hoje contou com 448 respostas únicas.

(com assessoria)