Mão feminina aponta gráfico em crescimento

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho foi de 0,53%, ficando 0,3 ponto percentual abaixo da taxa de maio (0,83%). No ano, o índice acumula alta de 3,77% e, nos últimos 12 meses, de 8,35%, o maior acumulado desde 2016 (8,48%), conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira, 8.

Um grande impacto na inflação de junho veio do grupo habitação (1,10%), mais uma vez em função da energia elétrica (1,95%), embora tenha desacelerado em relação ao mês anterior (5,37%). No acumulado em 12 meses, a alta da energia elétrica residencial é de 14,20%.

No grupo dos transportes, os combustíveis subiram 0,87% e acumulam alta de 43,92% nos últimos 12 meses. O preço da gasolina subiu 0,69% em junho, depois de um aumento de 2,87% em maio. Os preços do etanol (2,14%) e do óleo diesel (1,10%) e do gás veicular (0,16%) também registraram alta.

No grupo Alimentação e bebidas, a alta de 0,43% não teve grande diferenciação em relação ao mês anterior (0,44%). A alimentação no domicílio passou de 0,23% em maio para 0,33% em junho, principalmente em função das carnes (1,32%), que subiram pelo quinto mês consecutivo e acumulam alta de 38,17% em 12 meses.

Dos nove grupos pesquisados, oito registraram aumento:

  • Habitação: 1,10%
  • Artigos de residência: 1,09%
  • Vestuário: 1,21%
  • Transportes: 0,41%
  • Alimentação e bebidas: 0,43%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,51%
  • Despesas pessoais: 0,29%
  • Educação: 0,05%
  • Comunicação: -0,12%

(Com assessoria de imprensa)