Lucas Vargas, CEO da Nomad - Crédito: Divulgação

Lucas Vargas, CEO da Nomad – Crédito: Divulgação

O mercado de cannabis vem crescendo paulatinamente e tem recebido atenção e investimento de muitos players que compõem o setor. Com o avanço da regulamentação em muitos países, a planta está associada à produção medicinal e para a fabricação de plástico, papel e até tijolos com uma solução mais sustentável.

A Nomad, fintech que permite aos brasileiros a abertura de conta corrente em um banco norte-americano de forma 100% digital, vem acompanhando essa tendência e acaba de lançar ao mercado a carteira temática ‘Cannabis’, que reúne 15 ativos, entre ETFs e ações de empresas globais ligadas a este mercado, com corporações ligadas ao cultivo, farmacologia, imobiliárias e e-commerces.

No portfólio, estão organizações como a canadense High Tide Inc, que somente neste ano já dobrou o dinheiro de seus investidores, além da Innovative Industrial Properties, que acumula rentabilidade de 31,97% somente em 2021.

O segmento de cannabis deve alcançar uma movimentação superior a US$ 43 bilhões até 2025, o equivalente a ⅓ do mercado de bebidas no mesmo período, segundo a New Frontier Data.

O CEO da Nomad, Lucas Vargas, destaca o amadurecimento deste setor que tem uma demanda conhecida e um alto poder de crescimento. “Com as regulações recentes, o mercado vai ser ainda mais próspero, uma vez que há uma perspectiva bastante promissora a longo prazo no que diz respeito à legalização de negócios. Além dessa vertente, há a questão dos diferentes fins que a cannabis pode ser usada, estando presente nos esportes, por exemplo, e com soluções que agridem menos o meio ambiente a partir da produção de produtos biodegradáveis”, diz.

A cannabis também já provou eficácia para o uso medicinal, principalmente no combate a epilepsia, esclerose múltipla, dor crônica, parkinson, entre outras doenças. Mais recentemente, foi descoberto ainda que a planta pode ajudar os atletas esportivos no controle da ansiedade, redução de dores musculares e melhora do sono.

“O portfólio de cannabis permite desbravar o mercado e construir um setor ainda mais sólido com boas oportunidades de investimentos. Como sabemos, os ganhos do passado não garantem a rentabilidade no futuro. Mas a legalização do setor e as regulações mundo afora são irreversíveis, o que nos projeta um caminho bastante favorável nos próximos anos”, finaliza Vargas.

(com assessoria)