Sandro Sinhorigno, Diretor de soluções financeiras digitais da Vivo - Foto: Divulgação

Sandro Sinhorigno, Diretor de soluções financeiras digitais da Vivo – Foto: Divulgação

A Vivo quer posicionar-se muito menos como uma empresa de telecomunicações e mais como empresa de serviços tecnológicos. Sandro Sinhorigno, diretor de soluções financeiras digitais da Vivo, diz que na área financeira esse pilar está alinhado com o propósito da companhia de digitalizar para aproximar. A empresa já lançou diversos produtos financeiros como Vivo Money, para empréstimos, e Vivo Pay, conta digital integrada ao PIX, seguro para celular e pequenos devices e crédito antecipado para recargas.

“Todos esses serviços são baseados num conjunto de ativos da Vivo como a credibilidade da marca, a base de mais de 96 milhões de acessos, canais digitais com 19 milhões de acesso, e mais e 1,7 mil lojas. Também unimos inteligência de uso dos dados, respeitando a LGPD. Conseguimos conhecer o cliente e oferecer produtos mais adequados. A nossa diferenciação é que já temos relacionamento. Antes da inclusão financeira, a inclusão digital já existia”, afirmou Sinhorigno. Ele participou do Digital Money Meeting, evento promovido pela Momento Editorial.

Ele explicou que a monetização desses serviços usa o conceito de comissionamento. No caso da conta digital, a medida em que o cliente vai usando, torna-se elegível para outros produtos como cartões de crédito e empréstimos do Vivo Money.

“A Monetização vem do comissionamento e da margem financeira dos empréstimos. Temos potencial para oferecer diversos produtos financeiros. E para isso é muito importante o uso do dado para pegar o contexto da pessoa a fim de identificar a necessidade do crédito, sempre de maneira clusterizada para não ferir a LGPD. O Vivo Money já tem sido considerado alternativa de crédito. A beleza do negócio é acertar o time. O cliente leva um tempo longo analisando mas a decisão de tomar o empréstimo é rápida”, diz o diretor da Vivo.