SAS lança programa de estágio para cientistas de dados

por | 30 set 2021 | SAS

SAS lança programa de estágio para cientistas de dados - Crédito: Freepik

Crédito: Freepik

O SAS está com um novo programa de estágio voltado exclusivamente à formação de cientistas de dados. São nove vagas e o curso terá a duração de dois anos. A empresa planeja efetivar todos os candidatos ao término do contrato. Por enquanto, a empresa adota o modelo de home office, mas as vagas são destinadas aos alunos residentes em São Paulo e Brasília.

Os candidatos devem estar cursando a partir do 3° semestre dos cursos de Engenharia ou Ciências da Computação, Sistemas de Informação, Matemática ou Estatística, além de possuírem conhecimento intermediário em inglês e pacote office. Os escolhidos poderão acompanhar e desenvolver projetos de analytics com tecnologias inovadoras em diversas indústrias e áreas de negócio. Além disso, terão a oportunidade de conhecer mais sobre diversas áreas do SAS.

“O programa é focado na aceleração e criação de carreiras para data ciensce. Estamos buscando criar novos cientistas de dados dentro da estrutura do SAS. A ideia é buscar jovens profissionais que tenham potencial e vontade de se desenvolver na carreira. Dentro deste programa vamos trabalhar também algumas dimensões que contemplam diversidade e inclusão”, destaca Samuel Prior, talent acquisition partner LATAM do SAS e responsável pelo programa de estágio.

Os primeiros seis meses deverão ser focados em treinamentos nas tecnologias SAS e suas aplicações. Além disso, os alunos farão parte do treinamento global Technical Enablement Academy. Prior diz que a meta é fazer um programa com revisões anuais nos dois anos, com contratações a cada ano.

“O programa de estágio, por lei, deve durar até dois anos, mas todos os anos vamos avaliar os profissionais  e efetivar aqueles que tiverem melhor desempenho. Eles terão duas janelas de oportunidade para serem contratados”, diz Prior.

Em relação ao treinamento, o programa é bastante específico em relação a ciência de dados. O SAS vai inclusive participar de um programa global de treinamento, o Technical Enable Academy. Inicialmente os estagiários passarão por um período de shadowing, sendo acompanhados um profissional sênior para entender como funcionam as atividades da empresa, o que faz um consultor e um engenheiro de sistemas ou um profissional da área de customer success.

“Isso vai ocorrer no final desde ano e início de 2022. A partir de fevereiro, eles entram no programa Technical Enable Academy, de 14 semanas e totalmente virtual por meio de nossa sede na Carolina do Norte. Vamos incluir capacitação em programação  e soluções do SAS. E trabalhar com conceitos de cloud, visual analytics, data management, extração, deployment, open source, SQL e Unix, todo o ferramental que o profissional de data Science precisa para cria soluções inovadoras no mercado de advanced analytic, não apenas em soluções SAS. Posteriormente passarão um treinamento de soft Skils”, elenca Prior.

Após quase seis meses de treinamento os estagiários serão alocados em várias áreas do SAS, especialmente professional services e consultoria, áreas que desenvolvem e implementam soluções junto aos clientes; na área de customer success, voltada para garantir que as soluções estão sendo utilizadas e os clientes satisfeitos; na área de TI; e,  por fim, a área de pré-venda, que desenvolve, efetivamente as arquiteturas dos clientes nas soluções SAS.

“As oportunidades serão muito grandes porque o estagiário poderá passar por diversas dessas áreas. Após o estágio, eles entram no SAS como associates, o nível Jr da carreira. Ele poderá ser um associate system engineering, um associate technical consultant, ou associate customer success. É um estágio plus, semelhante a um programa de treinee. No exterior o Technical Enable Academy, é um programa de treinee para profissionais já formados. Aqui fizemos essa ponta com o programa de estágio. É um programa com alta capacitação e aceleração de carreira”, diz o executivo

Em relação à diversidade, a ideia recrutando candidatos em camadas sociais diversas, pretos, LGBT+ e pessoas com deficiência. “Queremos criar um cenário positivo em favor desses candidatos e seu potencial de contribuição para um ambiente diverso”, conclui Prior.