Imagem de mão de empresário que acessa a internet

Serviços de comunicação e informação registraram alta de 2,5% Crédito: Freepik

Em abril de 2021, o volume de serviços no Brasil avançou 0,7% em relação ao mês anterior, recuperando parte do recuo de -3,1% registrado em março. O acumulado no ano foi de 3,7% e o acumulado em 12 meses ainda está negativo (-5,4%), segundo informou nesta sexta-feira, 11, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor ainda está 1,5% abaixo do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, do período pré-pandemia da Covid-19. A alta de 0,7% de março para abril de 2021 foi acompanhada por duas das cinco atividades investigadas: informação e comunicação (2,5%), que acumulou ganho de 4,7% nos últimos três meses; e serviços prestados às famílias (9,3%), que recupera somente uma pequena parte da queda de 28% registrada em março.

Em abril de 2021, o volume do setor de serviços avançou 19,8% frente a abril de 2020, a segunda taxa positiva seguida e a mais intensa da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. Houve avanço em todas as cinco atividades e em 78,3% dos 166 tipos de serviços investigados.

O avanço no setor de serviços de informação e comunicação nos últimos dose meses (12,8%) se deveu ao aumento de receita nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; atividades de TV aberta; outras atividades de telecomunicações; e tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet.

Entre os setores, o de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, no entanto, exerceu a principal contribuição positiva (30,7%) sobre o volume total de serviços, impulsionado, em grande medida, pelo aumento de receita das empresas pertencentes aos ramos de transporte rodoviário de cargas; gestão de portos e terminais; rodoviário coletivo de passageiros; transporte aéreo; concessionárias de rodovias; correio nacional; e operação de aeroportos.

O avanço no setor de outros serviços (16,8%) se deve a corretoras de títulos e valores mobiliários; recuperação de materiais plásticos; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; atividades imobiliárias; e de apoio à produção florestal. (Com assessoria de imprensa)