Figura que representa transporte internacional de mercadorias

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O volume de serviços prestados no Brasil registrou alta de 1,2% em maio, em comparação com abril, divulgou nesta terça-feira, 13, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o setor de volta a ultrapassar o nível pré-pandemia, já que se encontra 0,2% acima do patamar de fevereiro de 2020.

Na série sem ajuste sazonal, frente a maio de 2020, o setor avançou 23,0%, a terceira taxa positiva seguida e a mais intensa da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. O acumulado no ano chegou a 7,3%, mas em 12 meses mantém taxa negativa de -2,2%.

O setor de serviços é o que possui o maior peso da economia e o que mais emprega, e tem sido o mais afetado pelas medidas de restrição para conter o avanço da pandemia do coronavírus.

A alta verificada no mês de maio teve destaque para as atividades de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (3,7%) e para serviços prestados às famílias (17,9%), ambos alcançando a segunda taxa positiva seguida após terem recuado em março. Com menor impacto no índice geral, vieram os serviços profissionais, administrativos e complementares (1,0%), que eliminaram quase toda a perda do período março-abril (-1,3%).

Em contrapartida, informação e comunicação (-1,0%) e os outros serviços (-0,2%) apontaram os únicos resultados negativos deste mês, mas sem eliminarem os ganhos recentes de 4,7%, entre março e abril, no primeiro ramo; e de 6,4%, entre fevereiro e março, no último setor.

Regionalmente, 23 das 27 unidades da federação registraram expansão em maio, na comparação com abril. O impacto mais importante veio de São Paulo (2,5%), que é também a localidade que tem maior peso no índice geral. Outros destaques positivos foram Bahia (8,6%), Minas Gerais (2,1%) e Distrito Federal (3,7%). Por outro lado, Tocantins (-2,9%), Mato Grosso (-0,4%), Piauí (-1,9%) e Rondônia (-0,8%) registraram queda.

(Com assessoria de imprensa)