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Marco Stefanini – fundador e CEO Global do Grupo Stefanini Crédito: Divulgação

Há seis anos investindo na aquisição de novas empresas para ampliar o portfólio de soluções digitais do Grupo Stefanini Marco Stefanini decidiu que era o momento de investir em um novo modelo de negócios: abrir uma venture capital para alavancar startups, empresas nativas digitais (digital natives) ou ativos que possam ser digitalizados.

Diferentemente da Stefanini Ventures, que reúne empresas em que a multinacional detém a maior parte das ações e busca oferecer soluções de ponta a ponta para diferentes verticais, o novo modelo funcionará como um fundo de investimentos totalmente independente do Grupo Stefanini.

A ideia é atrair sócios – outro fundo de venture capital ou family office – para captar R$ 300 milhões, que serão utilizados, a partir de agosto, não apenas para financiar projetos, mas auxiliar no desenvolvimento de empresas com soluções inovadoras para o mundo digital. “Embora eu atue como um gestor da venture capital, o fundo manterá sua independência em relação ao grupo. Ou seja, vamos alavancar negócios mesmo que não tenham fit com nossas ofertas”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo Stefanini.

Entre 2016 e 2021, a receita da Stefanini Ventures cresceu mais de seis vezes e o EBTIDA, 15 vezes. Outro fator que influenciou a criação da venture capital foi a demanda crescente de incorporação de startups ao grupo, o que nem sempre é possível por não terem ofertas aderentes ao modelo atual. Mensalmente, chegam entre 30 e 40 solicitações para a equipe de M&A analisar.

(Com assessoria de imprensa)